quarta-feira, 4 de dezembro de 2019

Serra Gaúcha

Termo de compromisso para a construção do novo 
aeroporto de Caxias do Sul é assinado, em Brasília

Obra deverá receber aporte de R$ 200 milhões do Governo Federal

Fernando Mondadori, Carlos Gomes, Ronei Glanzmann, Daniel Guerra, Chico Guerra e o senador Lasier Martins

O deputado federal Carlos Gomes (Republicanos) participou, nesta quarta-feira (4), do ato de assinatura do termo de compromisso para a construção do novo aeroporto de Caxias do Sul, a ser erguido na localidade de Vila Oliva. O documento, pactuado entre a Secretaria Nacional de Aviação Civil e a prefeitura da maior cidade do interior do Rio Grande do Sul, prevê o repasse do Governo Federal de R$ 200 milhões para a realização da obra.

“É uma conquista da serra gaúcha, que deverá beneficiar a população de 53 municípios. O empreendimento poderá coroar o projeto de desenvolvimento econômico e social de uma região que apresenta forte vocação no turismo, na indústria e na agricultura”, destacou Carlos Gomes. O secretário nacional de Aviação Civil, Ronei Glanzmann, explica quais os passos a serem dados depois de firmado o acordo. “Passamos agora aos encaminhamentos para os processos de licitação e de desapropriação das famílias que vivem nas cercanias do local onde será instalado o novo terminal”, esclareceu.

“É um dia histórico para a nossa gente. A previsão é de que até 2.700 empregos, diretos e indiretos, sejam criados a partir da construção do aeroporto da Vila Oliva, que será entregue à comunidade em, no máximo, quatro anos”, comemorou o prefeito Daniel Guerra (Republicanos). Também participaram do encontro o secretário de Planejamento de Caxias do Sul, Fernando Mondadori, e o chefe de gabinete da administração municipal, Chico Guerra. 

Texto e foto: Jorn. Jorge Fuentes (MTE 16063)
Câmara Federal

segunda-feira, 2 de dezembro de 2019

Vale do Caí

Montenegro recebe R$ 300 mil para a saúde

Carlos Gomes, Percival Oliveira e Marco Werner

A emenda parlamentar indicada pelo deputado federal Carlos Gomes (Republicanos) ao Orçamento da União em 2019, no valor de R$ 300 mil, para a saúde de Montenegro foi paga. A verba deverá ser utilizada para a compra de equipamentos e insumos necessários para custear o atendimento prestado à comunidade nos postos e Unidades Básicas de Saúde. A destinação do recurso atendeu a uma demanda da população, apresentada ao deputado pelo presidente do diretório municipal do Republicanos, Marco Werner.

Por: Jorn. Jorge Fuentes (MTE 16063) - Câmara Federal
Foto: José Otáwio Bede

Fontoura Xavier

Recurso para a saúde do município é pago

Carlos Gomes e a integrante do PRB de Fontoura Xavier Carolina Prestes

A emenda parlamentar indicada pelo deputado federal Carlos Gomes (Republicanos) ao Orçamento da União em 2019, no valor de R$ 100 mil, para a saúde de Fontoura Xavier foi paga. A verba deverá ser utilizada para a compra de equipamentos e insumos necessários para custear o atendimento prestado à comunidade na rede de atenção básica. A destinação do recurso atendeu a uma demanda da população, apresentada ao deputado pelo diretório municipal do Republicanos.

Texto e foto: Jorn. Jorge Fuentes (MTE 16063)
Câmara Federal

Bom Jesus

Liberada verba para a saúde do município

Carlos Gomes e o prefeito Frederico Becker

A emenda parlamentar indicada pelo deputado federal Carlos Gomes (Republicanos) ao Orçamento da União em 2019, no valor de R$ 100 mil, para a saúde de Bom Jesus foi paga. A verba deverá ser utilizada para a compra de equipamentos e insumos necessários para custear o atendimento prestado à comunidade na rede de atenção básica. O prefeito Frederico Becker destaca que com o aporte na saúde, poderá investir recursos do município em políticas de proteção animal. A destinação a receita atendeu a uma demanda da população, apresentada ao deputado pelo diretório municipal do Republicanos.

Texto e foto: Jorn. Jorge Fuentes (MTE 16063)
Câmara Federal

sexta-feira, 29 de novembro de 2019

Verba paga!

Barra do Rio Azul e Paulo Bento recebem recursos para o turismo

Carlos Gomes no local onde será construído o mirante, em Barra do Rio Azul

As emendas indicadas pelo deputado federal Carlos Gomes (Republicanos) ao Orçamento da União em 2018 para o turismo em Barra do Rio Azul e Paulo Bento foram pagas na última sexta-feira (29). “Nosso objetivo é investir na promoção da atividade para movimentar a economia local com a geração de emprego e renda”, frisou o parlamentar.

Barra do Rio Azul recebeu a segunda parcela (R$ 111 mil) de uma verba, no valor total de R$ 250 mil, destinada à construção de um mirante no encontro dos rios Azul e Paloma. A liberação do dinheiro foi solicitada pela vereadora Idione Marmentini e pela presidente do diretório do Republicanos, Márcia Caovila.

Já o município de Paulo Bento foi contemplado com a primeira parcela (R$ 44 mil) de um recurso, no valor total de R$ 250 mil, para a obra do pórtico da comunidade. A alocação da receita foi reivindicada pelo prefeito Pedro Lorenzi e pelos vereadores republicanos Fernando Pompermaier e Selvino Giareton.

Texto e foto: Jorn. Jorge Fuentes (MTE 16063)
Câmara Federal

quarta-feira, 27 de novembro de 2019

Seminário

Desinformação e falta de cobertura são obstáculos
 à vacinação plena no Mercosul

Câmara dos Deputados sediou seminário sobre a imunização no Brasil e países vizinhos

A Comissão de Seguridade Social e Família (CSSF) da Câmara dos Deputados, em parceria com a Comissão de Saúde do Parlamento do Mercosul (Parlasul), realizou na última quarta-feira (27), o seminário sobre a “Importância da Vacinação no Brasil e Países Vizinhos”. O encontro foi proposto pelos deputados federais do Rio Grande do Sul Pedro Westphalen (PP) e Carlos Gomes (Republicanos).

“É preciso combater as notícias falsas e os movimentos antivacinas, além de promover ações integradas entre as nações sul-americanas para evitar a volta de doenças que estavam praticamente erradicadas, como o sarampo, que, somente nos últimos seis meses teve 10 mil casos registrados em solo brasileiro”, observou Carlos. O deputado paraguaio Manoel Morinigo lamentou que o seu país não tenha atingido os índices mínimos de vacinação nas últimas temporadas. “Temos uma fatia de 39% da nossa população que é inferior a 15 anos de idade, período em que a imunização é fundamental”.

A representante das organizações Panamericana e Mundial da Saúde (OPAS/OMS), Maria Tereza Oliveira, apresentou avanços e retrocessos obtidos na região das Américas. “O continente está praticamente livre da rubéola, do tétano e da hepatite B, mas Brasil e Venezuela perderam o certificado de eliminação do sarampo e sofreram com surtos recentes de difteria e febre amarela. A constante circulação de pessoas nos países do bloco demanda iniciativas conjuntas para que todos estejam protegidos”, salientou.

É o que propõe o projeto Vacina Brasil, que, segundo a coordenadora do Programa Nacional de Imunização do Ministério da Saúde, Franciele Tardetti, efetua atividades nesse sentido nos 120 municípios brasileiros de fronteira, espalhados por 11 estados, em colaboração com as cidades gêmeas nos outros países. “Houve aumento da cobertura vacinal nos últimos dois anos, mas ela ainda está muito aquém do ideal. Existem bolsões de suscetibilidade ao regresso de doenças imunopreviníveis”, alerta.


Franciele aponta alguns fatores que desafiam o estabelecimento da vacinação plena. “O sistema de informação carece de modernização para absorver dados de clínicas e hospitais particulares. E também ficamos reféns dos bons resultados. Muita gente deixa de vacinar a si ou aos seus filhos por acreditar que a revinda da enfermidade é impossível”, explicou. A representante da Unicef, Marcela Nunes da Silva destacou que a saúde é um direito universal. “A solução para o problema é uma responsabilidade social e deve ser compartilhada entre governos e sociedade”. Presidente da Comissão de Saúde do Parlasul, Carlos Gomes se comprometeu em protocolar uma normativa que institua a harmonização das práticas de vacinação nos países do Mercosul.

Bom exemplo

O prefeito de Farroupilha, Claiton Gonçalves, falou sobre o sucesso do programa de vacinação contra o HPV em meninos e meninas do município, que teve alcance superior a 95%, quando a meta nacional é de 80%. “O processo contribui para levarmos às escolas a discussão com pais e alunos sobre iniciação sexual com segurança”, frisou. A deputada estadual gaúcha Fran Somensi (Republicanos) lembrou que a rede de ensino farroupilhense exige que os estudantes apresentem a caderneta de imunização atualizada para fazer a matrícula ou rematrícula.

Jorn. Jorge Fuentes (MTE 16063) - Câmara Federal
Fotos: Douglas Gomes

terça-feira, 26 de novembro de 2019

Atuação

Educação para o trânsito desde a infância é apontada como 
caminho para a melhor formação de condutores 

Audiência pública, proposta pelo deputado Carlos Gomes (Republicanos/RS), debateu o tema na Câmara Federal

O Brasil gasta, aproximadamente, R$ 50 bilhões por ano com acidentes de trânsito e 60% dos leitos dos hospitais no país são ocupados por acidentados em nossas ruas, avenidas e estradas. As informações foram apresentadas pelo diretor-presidente do Observatório Nacional de Segurança Viária, José Ramalho, nesta terça-feira (26), durante audiência pública, na Comissão de Viação e Transportes (CVT) da Câmara dos Deputados, que debateu o processo de formação de condutores no Brasil.

Proponente do encontro, o deputado federal Carlos Gomes (Republicanos/RS) questionou os palestrantes sobre de que forma a qualidade do ensino oferecido aos futuros motoristas nos Centro de Formação de Condutores (CFCs) podem contribuir para diminuir a quantidade de óbitos no trânsito. “Somente no ano passado foram 37 mil mortes, número extremamente alto, mesmo que tenha havido uma queda de 15% em relação a 2017. Além disso, cerca de 90% dos acidentes de trânsito são causados por falha humana”, alertou.

Para o representante do Ministério da Infraestrutura, Francisco Brandão, é preciso investir na inclusão da educação para o trânsito na Base Nacional Comum Curricular. “Não se forma um motorista em três meses. Hoje o sistema é de adestramento, quando ele deveria focar no comportamento do condutor”, defende.

Indagado sobre qual o motivo para o alto custo para a obtenção da carteira de motorista no país, o presidente do Sindicato dos Centros de Formação de Condutores do Estado do Rio Grande do Sul, Edson Luis da Cunha, reagiu. “Quanto custa uma vida? Nós instruímos pessoas que lidarão com a vida de outras pessoas todos os dias. Mas, evidentemente, estamos abertos ao diálogo com o governo e a sociedade para otimizar os métodos empregados atualmente”.

Críticas à formação à distância de condutores

Presidente do Sindicato dos Proprietários dos Centros de Formação de Condutores do Paraná, Justino Fonseca criticou a instituição de cursos à distância para a primeira habilitação. “O trânsito se trata do relacionamento entre pessoas e esse relacionamento não é feito à distância”, argumentou. A opinião é corroborada pelo presidente do Instituto Zero Acidente, Vilnei Pinheiro Sessim. “O descrédito no processo de formação de condutores começa quando há constante alteração nas suas regras”, acrescentou.

O deputado Carlos Gomes comprometeu-se em protocolar um projeto de lei que uniformize a metodologia de ensino a ser ministrada nos CFCs de todo o Brasil. Também participaram do encontro os representantes da Federação Nacional das Autoescolas e CFCs (Feneauto), Magnelson de Souza, e da Associação Nacional dos Detrans (AND), Harley Bueno.

Por: Jorn. Jorge Fuentes (MTE 16063)
Foto: Douglas Gomes