sábado, 13 de abril de 2013

Expansão Republicana


Nasce o PRB em três municípios do litoral norte

Executiva estadual empossou as comissões de Dom Pedro de Alcântara, Morrinhos do Sul e Três Cachoeiras

Da esquerda para a direita: Dirceu da Rosa, Anderson Pavão, Volnei de Souza, Carlos Gomes,
 Alexandre Schwanck, Nilson de Freitas e Marquinho Lang

O Partido Republicano Brasileiro (PRB) está presente em mais três municípios gaúchos desde o último sábado (13). Durante evento, na Câmara de Vereadores de Torres, o presidente da sigla no Rio Grande do Sul, deputado estadual Carlos Gomes, empossou as comissões executivas de Dom Pedro de Alcântara, Morrinhos do Sul e Três Cachoeiras.

Carlos Gomes destacou que o PRB tem um projeto de crescimento baseado na captação de filiados e na fundação de novos diretórios municipais. “O partido tem a responsabilidade de ser a conexão entre a sociedade e o poder público, o fórum onde são criadas e debatidas as políticas que devem resultar na melhoria da qualidade de vida de todos os cidadãos. O PRB nasce nesses três municípios com o objetivo de promover o desenvolvimento econômico com inclusão social, característica marcante da sua atuação nas esferas estadual e nacional”, ressaltou o parlamentar.

O microempresário Alexandre Model Schwanck, 33 anos, será o presidente republicano de Dom Pedro de Alcântara. Em Morrinhos do Sul, o comerciante Nilson de Freitas, 52, estará à frente da executiva municipal e, em Três Cachoeiras, o PRB será liderado pelo servente de obras Volnei de Souza, de 47 anos.

Também participaram da cerimônia o vereador Alessandro Bauer Pereira (PMDB) de Torres; os presidentes dos diretórios de Capão da Canoa, Dirceu da Rosa; e de Torres, Anderson Pavão, além do ex-deputado estadual Marquinho Lang.

Reportagem e fotos: Jorn. Jorge Fuentes - MTB 16063
Coordenação de Comunicação - PRB/RS

Capivari do Sul


Filia 10 do PRB soma adesões 

Presidente Samuel Severo destacou que, com as 45 filiações abonadas durante o encontro, a
legenda se tornou a sexta maior em número de filiados no município

O Partido Republicano Brasileiro esteve, no último sábado (13), em Capívari do Sul com o programa Filia 10. Aproximadamente 80 pessoas, entre militantes, simpatizantes e convidados, participaram da primeira edição no município da campanha de expansão partidária do PRB, que tem o 10 como número de registro.

O presidente do diretório, Samuel Severo, destacou que, com as 45 filiações abonadas durante o encontro, a legenda se tornou a sexta maior em número de adeptos em Capivari do Sul. “Na última eleição, mesmo sendo um dos mais novos partidos da cidade, fizemos a metade da votação necessária para eleger um vereador. Estamos trabalhando para fortalecer o PRB com o ingresso de lideranças éticas, que agreguem experiência na vida pública e capacidade de gestão”, observou Severo ao saudar a filiação da ex-vereadora por dois mandatos, Celi Bittencourt, e do empresário Anápio Marques, que assumiu a vice-presidência da legenda.


Presidente do PRB do Rio Grande do Sul, o deputado estadual Carlos Gomes, salientou que os filiados têm papel essencial na intermediação entre a população e os representantes da sigla nos poderes Executivo e Legislativo ao sugerirem pautas que exponham os anseios de cada comunidade. “A política de verdade não deve atender aos interesses de um grupo ou partido, mas das pessoas”, ressaltou. Também participaram do evento os ex-deputados estaduais Sérgio Peres e Marquinho Lang.

Reportagem e fotos: Jorn. Jorge Fuentes - MTB 16063
Coordenação de Comunicação - PRB/RS

sexta-feira, 12 de abril de 2013

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Correio do Povo



Isenção de ICMS a templos

Nova lei do Executivo tem origem em projeto do
deputado estadual Carlos Gomes (PRB)

A lei de isenção do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para cobranças de telecomunicações e fornecimento de energia de templos religiosos foi sancionada ontem pelo governador Tarso Genro, no Palácio Piratini, em Porto Alegre. A matéria de imunidade tributária proposta pelo Executivo, aprovada em março pelo parlamento, deve reduzir em 25% o valor das contas de luz e telefone dos templos de todas as religiões. A lei do poder Executivo votada este ano tem origem no projeto de lei 45/2011, de autoria do deputado Carlos Gomes (PRB), que propôs a isenção do repasse da cobrança de ICMS nas contas relativas a serviços públicos estaduais a templos de qualquer culto no Rio Grande do Sul. “Quando um Estado laico reconhece a identidade religiosa, o faz em nome do povo”, disse Tarso. Segundo ele, o governo sempre teve a preocupação de não dar preferência a uma religião ou outra em suas políticas.

“É uma iniciativa sua, que nós entendemos”, disse o governador, ao creditar a iniciativa ao deputado Carlos Gomes. Tarso explicou que, quando a legislação trata de finanças, a matéria deve ser encaminhada pelo Executivo, razão pela qual o PL original foi substituído pela lei do executivo. A medida tem prazo de 90 dias para entrar vigor e deve ser regulamentada pelo Executivo. De acordo com Carlos Gomes, as instituições religiosas desenvolvem trabalhos sociais onde o Estado não chega. “É um grande avanço em função das atividades dos templos”, disse.

A lei assegura que o patrimônio, a renda e os serviços relacionados com finalidades essenciais das entidades mantenedoras das instituições religiosas não sejam gravados por impostos de competência da União, Estados, Distrito Federal e dos municípios, conforme prevê a Constituição federal, segundo Gomes. Para o deputado, ele e os demais parlamentares se basearam em dados, como o da violência carcerária, que indicam diminuição de índices de criminalidade quando há prática religiosa nos presídios.

“Já foi reconhecida a influência positiva”, lembrou. A cerimônia de assinatura do projeto que altera a lei do ICMS contou com a presença de gestores e lideranças políticas. O vereador Waldir Canal, presidente municipal do PRB, observou que a iniciativa vem ao encontro de uma prerrogativa já prevista na Constituição.

“É importante o cumprimento, haja vista que os templos dão assistência com trabalhos para a população”, disse. O secretário da Justiça e Direitos Humanos, Fabiano Pereira, também participou do ato. Um projeto semelhante foi apresentado no Congresso Nacional pelo deputado federal Eduardo Valverde (PRB-SP) e teve parecer favorável da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, no ano passado. A ideia é dar subsídios aos templos nas tarifas de energia elétrica.

Instituições apoiam imunidade tributária

Para o bispo auxiliar e administrador da Cúria Metropolitana, dom Jaime Spengler, a lei de imunidade tributária para templos religiosos representa um auxílio a todos os serviços sociais prestados pela Igreja Católica.

“É sempre de grande valia a ajuda para o trabalho social”, disse. Para o rabino da Sociedade Israelita Brasileira de Cultura e Beneficência (Sibra) de Porto Alegre, Guershon Kwasniewski, a medida é de extrema importância. “Somos entidades sem fins lucrativos e qualquer benefício que tenhamos por meio de lei é sempre bem-vindo”, destacou. Kwasniewski lembra, porém, que o governo do Estado terá que adotar medida de fiscalização capaz de detectar fraudes.

“Apenas os templos religiosos oficialmente cadastrados e legalizados devem ser beneficiados com a imunidade tributária”, defendeu. Representando a Federação Espírita do RS (Fergs), Léa Bos Duarte, vicepresidente de unificação da entidade, também comemorou a sanção do projeto do Executivo.

“Sem dúvida, isso nos beneficia, pois muitas vezes deixamos de promover ações e projetos em virtude da necessidade de honrar nossos compromissos”, disse. Segundo Léa, os espíritas oferecem assistência em diversos setores, como o pedagógico, que não têm teor religioso. “São valores universais”, explicou.

“A lei potencializa ações junto com a comunidade, pois as nossas instituições têm trabalhos sociais agregados”, completou. A pastora da Universal Maria de Lourdes Cristóvão Valim destacou que a isenção de impostos beneficia os templos e, consequentemente, o povo, especialmente o de baixa renda. “Eles são atendidos pelos trabalhos sociais que fazemos em todo o Estado”, comentou Maria de Lourdes.

Matéria publicada na edição de 11 de abril de 2013 do Correio do Povo
Editoria: Geral, página 20

Jornal O Sul




Tarso sanciona lei que isenta de 
ICMS os templos religiosos

O governador Tarso Genro sancionou ontem a lei que isenta de ICMS todas as contas de telefone e energia elétrica de templos religiosos no Estado. A lei vale para qualquer curto. A medida havia sido aprovada pela Assembleia Legislativa em março. O autor do projeto é o deputado Carlos Gomes (PRB), bispo da Igreja Universal do Reino de Deus. Conforme Tarso, o governo quer dar maior eficácia à liberdade religiosa no Estado.

Nota publicada na edição de 11 de abril de 2013 do jornal O Sul
Editoria: Geral, página 9

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Atuação parlamentar


Isenção tributária a templos religiosos do RS

Iniciativa de Carlos Gomes deverá reduzir em 25% o custo das contas
de luz e telefone de igrejas de qualquer culto


O Diário Oficial do Estado deverá publicar amanhã (11/04) a instituição da Lei 14.223, que concede isenção do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) nas contas relativas à prestação de serviços de telefonia e ao fornecimento de energia elétrica destinados aos templos de qualquer culto do Rio Grande do Sul. .

O projeto do Poder Executivo votado este ano tem origem no PL 45/2011, de autoria do deputado Carlos Gomes (PRB ), que propôs a proibição do repasse da cobrança de (ICMS) nas contas relativas a serviços públicos estaduais a templos de qualquer culto no Rio Grande do Sul. A medida tem prazo de 90 dias para entrar em vigor e também depende da regulamentação do Poder Executivo.

O ato de assinatura do governador Tarso Genro no Piratini oficializando a nova lei foi prestigiado pelo Secretário da Justiça e Direitos Humanos do RS, Fabiano Pereira; pelo deputado estadual Carlos Gomes (PRB); pelo Secretário de Segurança de Porto Alegre, José Freitas, além dos vereadores do PRB Waldir Canal, de Porto Alegre; Armando Motta, de São Leopoldo; César Augusto, de Canoas; Claudinho Viana, de Triunfo, e Xandão Gomes, de Viamão.

Acreditamos que será possível reduzir em 25% os custos dessas contas para as igrejas e centros. A garantia de um melhor desempenho financeiro deverá se traduzir em benefícios sociais efetivos, posto que as populações mais carentes são o foco das ações das instituições religiosas de todas as denominações em nosso Estado”, prevê Carlos Gomes. O parlamentar propôs a matéria em 2011 no Legislativo gaúcho com o intuito de garantir o cumprimento do estabelecido na Constituição Estadual e na alínea b do inciso VI do art. 150 da Constituição Federal. A lei assegura que o patrimônio, a renda e os serviços relacionados com as finalidades essenciais das entidades mantenedoras desses templos religiosos não sejam gravados por impostos de competência da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios.

Os deputados gaúchos aprovaram a proposta com base nos relevantes serviços sociais promovidos pelas diversas religiões que trabalham pelo crescimento espiritual de seus membros com impacto positivo em toda a sociedade. Além de considerar a legislação que disciplina a matéria, os parlamentares levaram em conta estudos sobre violência carcerária, os quais apontam relação direta entre a prática religiosa e a queda nos índices de criminalidade, inclusive no ambiente interno da penitenciária, permitindo a ressocialização de egressos do sistema penal.

Por: Jorn. Karine Bertani - MTB 9427 / Assembleia Legislativa RS
Fotos: Jorge Fuentes 

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Comissão de Participação Legislativa Popular


Audiência pública discutiu Plano Safra
para a piscicultura e aquicultura


A cadeia produtiva da piscicultura no Rio Grande do Sul e o Plano Safra para o setor foram os temas da audiência pública promovida pela Comissão Mista Permanente de Participação Legislativa Popular nesta segunda-feira (8). Segundo o superintendente do Ministério da Pesca e Aquicultura no Rio Grande do Sul, Gilmar Coelho, o governo federal está disponibilizando mais de R$ 4 bilhões, através de linhas de crédito, para a implementação de cadeias produtivas de piscicultura e aquicultura. Estamos incentivando as iniciativas de desenvolvimento e pesquisa desde a produção até a comercialização, para aumentar o consumo do pescado no país, esclarece. No Rio Grande do Sul, já tivemos cerca de R$ 1 milhão acessado pelo plano, completa.

O crédito se destina aos micro, pequenos, médios e grandes produtores de pescado, e, também, ao agricultor familiar. Há, ainda, uma linha de crédito específica para os jovens piscicultores. De acordo com o deputado Carlos Gomes (PRB), proponente da audiência, o objetivo é divulgar o plano para as entidades e produtores interessados e estimular a produção pesqueira. “A Comissão quer divulgar o Plano Safra para que o estado se destaque na piscicultura, acessando os recursos e barateando os custos da produção de pescado”, destaca. Segundo a deputada Elisabete Felice (PSDB), que também esteve na audiência, a comissão tem interesse em buscar subsídios para incrementar o Plano Safra e discutir sua base de financiamento.

Estímulo ao desenvolvimento de projetos

O debate contou com as contribuições de representantes da federação dos Pescadores do Rio Grande do Sul, das secretarias estaduais da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e de Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo, do Banco do Brasil e da Emater, entre outras entidades. Segundo o gerente de Mercado de Agronegócio do Banco do Brasil, João Paulo Comerlato, o estado não tem tido problemas de recursos. “A dificuldade não é crédito, mas ter bons projetos para acessá-lo”, ressaltou. O técnico da Emater, Henrique Bartels, garantiu que a instituição está auxiliando na elaboração de projetos e preparando piscicultores para a abertura de novos viveiros.

Por parte do governo estadual, o diretor de Piscicultura da Secretaria de Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo comentou que há recursos no Orçamento do Estado para a construção de 716 tanques destinados a assentamentos, comunidades quilombolas e agricultoras familiares. A Federação Estadual de Pesquisa Agropecuária (Fepagro) também se prepara para colaborar com a revitalização do setor, conforme o diretor técnico João Pellegrini. “Pretendemos colocar em funcionamento dois centros de pesquisa para alavancar a piscicultura no estado”, ressaltou.

O deputado João Fischer (PP) também participou da audiência pública, realizada no Espaço da Convergência da Assembleia.

Aline Adolphs - MTB 10236 | Agência de Notícias ALRS - Edição: Sheyla Scardoelli - MTB 6727
Foto: Jorge Fuentes